( In Comer, Amar e Orar)
domingo, 2 de janeiro de 2011
Divagações 5#
"Física da procura": se tiveres coragem de largar tudo o que te é familiar e confortante e sair em busca pela verdade, seja externa ou interna, se considerares tudo aquilo que acontecer durante o teu percurso como uma dica e aceitares todos os que encontrares como professores, se estiveres preparada para enfrentar e perdoar as realidades difíceis sobre ti, a verdade não será escondida de ti.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Remember Me!
"Whatever you do in life will be insignificant, but it's very important that you do it. Because nobody else will. Like when someone comes into your life and half of you says: you're nowhere near ready, but the other half says: make her yours forever."
Remember Me
sábado, 4 de setembro de 2010
Divagações 5#
"Não posso desistir, desistir é como perder e nem tudo está perdido. O futuro continua em aberto como sempre esteve."
Margarida Rebelo Pinto
in Pessoas como nós
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Divagações 4#
"Aproveitem a vida e ajudem-se uns aos outros. Apreciem cada momento. Agradeçam. E não deixem nada por dizer, nada por fazer."
António Feio
( Infelizmente, a cada dia que passa o fazemos menos)
R.I.P
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Divagações 3#
"Ou me perco aqui ou fujo daqui. Por uns tempos, preciso de recuar, preciso de ir ver outros caminhos. Preciso de um campo aberto para as lágrimas, preciso da distância de um lugar secreto, de uma memória, se calhar da distância de uma oração. Preciso de me ir embora daqui."
Maria João Lopo de Carvalho
in: Adopta-me
terça-feira, 27 de julho de 2010
Remar Remar ( música de uma vida )
Mares convulsos, ressacas estranhas
Cruzam-te a alma de verde escuro
As ondas que te empurram
As vagas que te esmagam
Contra tudo lutas
Contra tudo falhas
Todas as tuas explosões
Redundam em silêncio
Nada me diz
Berras às bestas
Que te sufocam
Em abraços viscosos
Cheios de pavor
Esse frio surdo
O frio que te envolve
Nasce na fonte
Na fonte da dor
Remar remar
Forçar a corrente
Ao mar, ao mar
Que mata a gente
Cruzam-te a alma de verde escuro
As ondas que te empurram
As vagas que te esmagam
Contra tudo lutas
Contra tudo falhas
Todas as tuas explosões
Redundam em silêncio
Nada me diz
Berras às bestas
Que te sufocam
Em abraços viscosos
Cheios de pavor
Esse frio surdo
O frio que te envolve
Nasce na fonte
Na fonte da dor
Remar remar
Forçar a corrente
Ao mar, ao mar
Que mata a gente
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Recordação
"Tira uma fotografia a ti mesmo, daquelas com os braços esticados, com o botão do obturador a ser pressionado por um qualquer dedo que o alcance. A primeira ou a segunda talvez não fiquem nítidas. Ajustas a velocidade, compensas a exposição, tentas de novo. Há uma orelha que fica sempre fora de plano; um pedaço de cabeça ou de testa;... ocasionalmente, um terço da cara, quando apanhas o que está atrás de ti: uma estante, livros, o sofá, a parede, o que for. Faz a cara que quiseres, não se te pede mais do que isso. Anota data, hora e local, no verso — não esperes lembrar-te deles mais tarde, ou sequer da fotografia. Põe-na agora dentro de um livro e esquece-a. Pode ser que a tornes a ver. Quão estranho será esse reencontro."
by Finn In Maiúsculas
sábado, 10 de julho de 2010
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